quarta-feira, 13 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Viver a cidade

VIVER A CIDADE
15 MAIO 2009
AUDITÓRIO CHORAL PHYDELLIUS
21.30 H
...EM QUE CIDADE VIVEMOS?
... QUE CIDADE QUEREMOS?
...QUE CIDADE SONHAMOS?
Um debate diferente onde os oradores serão todos os que quiserem participar e discutir de forma livre, espontânea e aberta a nossa cidade!
...porque VIVEMOS JUNTOS! DECIDIMOS JUNTOS!
domingo, 10 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
- Centro de Trabalho do PCP
( telefones: 249822050 e 913450752)
- Casa Espanhol
terça-feira, 5 de maio de 2009
JORNADAS AUTÁRQUICAS 2009: Resumo visita zonas rurais de S. Pedro e Salvador (3 de Maio)
Assim à comitiva da CDU que incluía Carlos Tomé ( vereador na Câmara Municipal ) e Ramiro Silva ( da Assembleia Municipal) juntaram-se outros activistas da coligação, nomeadamente alguns dos eleitos nas diferentes Assembleias de Freguesia.
A visita iniciaria pela visita à freguesia de S. Pedro tendo a comitiva assentado arraiais em Carvalhal da Aroeira.
Aqui o maior problema encontrado prende-se com a falta de saneamento. Uma situação altamente prejudicial, pois a limpeza das fossas é feita pela Câmara, tendo a comitiva escutado algumas queixas da população em relação ao valor que a Câmara cobra por esse serviço.A este nível verficam-se igualmente alguns atrasos na recolha do lixo dos ecopontos.

A aldeia está a estender-se de uma forma desordenada, com grande dispersão no povoamento. O crescimento tem sido feito de forma pouco harmoniosa, já que verifica-se que nalgumas zonas da aldeia o PDM vigente é bastante permissivo e noutras zonas bastante restritivo.

Esta situação verifica-se na zona do Centro de Dia – instituição que vê o seu crescimento limitado também por estas razões.
Destaca-se ainda que os novos acessos prometidos ao Centro de Dia estão há anos à espera.
Pela aldeia nota-se igualmente algumas deficiências ao nível da sinalética e da sinalização. Por exemplo, no cruzamento junto à Estrada das Barrocas o sinal de Stop não está visível.
A comitiva continuou a visitar a freguesia de S. Pedro e deslocou-se para Rodrigos
tendo constatado que um caminho usado pela população para se deslocar ao cemitério se encontra em muito mau estado.O grande problema deste local prende-se com o saneamento. Neste momento a aldeia já tem saneamento, no entanto, falta fazer as ligações às casas. Ou seja há cerca de 200 mil euros investidos sem qualquer proveito pela população! Em Rodrigos constatou-se que os esgotos correm a céu aberto, junto às casas, numa situação completamente inaceitável no século XXI!

Para lá dos insectos, sentia-se um cheiro nauseabundo que impressionou toda a comitiva da CDU. Relembra-se novamente que só falta ligar o saneamento – o que demonstra uma clara falta de coordenação na gestão autárquica e um lamentável desperdício dos investimentos realizados.

Os activistas da CDU prosseguiram o seu trabalho e rumaram até Terras Pretas e Alcorriol, na freguesia de Salvador.
Em contacto com os populares, foi salientado o mau estado das ruas, tendo sido apontado como exemplo a Rua do Rosal e a Rua de S. José em Terras Pretas. A limpeza de bermas, valetas e os passeios junto à estrada foram outro dos problemas detectados.

A falta de Saneamento e as suas consequências foi novamente aqui apontado.
Neste dia estava ainda previsto visitas ás zonas rurais das freguesias de Santiago e Santa Maria que não foi possível realizar por falta de tempo. Sendo assim, estas freguesias serão visitadas em data a anunciar.
JORNADAS AUTÁRQUICAS 2009: resumo da visita à Cidade (2 Abril)
Visita à cidade – 2 Maio

No âmbito das IV Jornadas Autárquicas da CDU no passado sábado, dia 2 de Maio foi a vez dos militantes desta organização política visitarem a cidade.
A vista decorreu durante praticamente todo o dia, tendo terminado ao final da tarde e nela estiveram envolvidos mais de uma dezena de activistas entre e os quais Carlos Tomé, vereador da Câmara, Ramiro Silva e António Canais, membros da Assembleia Municipal, José Manuel Mota Pereira e José Augusto Paixão, membros, respectivamente, da Assembleia de Freguesia de Santa Maria e de S. Pedro.
A comitiva começou por observar as obras que estão a decorrer na Praça 5 de Outubro na expectativa de que o espaço mais nobre da cidade mantenha as suas características essenciais de local aprazível que sempre teve e destinado primordialmente às pessoas.

O mercado municipal foi visitado e contactados vários vendedores que se queixaram da falta de clientes, das taxas que pagam à Câmara e da falta de condições de venda. No local foram confirmadas estas situações. Eram escassos os clientes e por todo o espaço era visível o desânimo e a falta de alegria, azáfama e burburinho próprios de um mercado vivo. Foi também notória a falta de iniciativas concertadas de dinamização do mercado por parte da Câmara, sendo óbvia a sua fuga à responsabilização quanto a este assunto.

O Moinho dos Gafos, ali mesmo ao lado, continua totalmente desprezado. Trata-se de um local de uma grande beleza e de importância histórica que devia ser aproveitado. Relembre-se que este Moinho foi, há mais de uma década e meia, doado pela Companhia de Fiação e Tecidos à Câmara na condição de esta ali fazer obras de recuperação. Como a Câmara teve o Moinho na sua posse durante mais de mais de uma década mas não cumpriu o protocolo o espaço reverteu de novo à posse da empresa. Agora, a Câmara tem que comprar o mesmo espaço ao seu legítimo proprietário, se ali quiser fazer algo, mas para isso é preciso que este o queira vender.

Ali bem perto foi possível ver os esgotos a deitarem directamente para o rio em plena cidade do Almonda num exemplo que, infelizmente, se repete um pouco por todo o concelho.

A chamada Casa Amarela, que agora serve para albergar cursos do Instituto de Emprego e Formação Profissional, está sub aproveitada e com evidente falta de manutenção e de alguns acabamentos exteriores.

A comitiva percorreu grande parte das ruas do centro histórico, tendo observado o estado absolutamente lastimável em que se encontra aquilo que devia constituir a alma da cidade.


Embora tenham sido pavimentadas com asfalto algumas ruas - quando deviam ser calcetadas se as intervenções camarárias respeitassem algum plano de salvaguarda do centro histórico, o que claramente não acontece - o panorama desolador não se alterou.


O edifício do antigo mercado do peixe, desactivado há vários, continua perfeitamente abandonado já com ervas enormes no seu interior à espera que surja o milagre do seu aproveitamento.

De passagem pelo jardim da avenida, foi curioso observar o estado de desleixo e abandono em que se encontra a parte velha deste.
Falta tratamento dos espaços, falta cuidado e zelo na preservação deste jardim que percorre a avenida marginal, falta iluminação e manutenção em diversos espaços, com especial destaque para o local onde anteriormente se encontrava o parque infantil e que agora deveria ser aproveitado e embelezado.Depois de um apetitoso arroz de peixe no Lamego, a comitiva continuou a visita à cidade pela tarde fora.
No Casal Queirós mantém-se as promessas de construção da ligação à avenida, mas nada foi concretizado, e a Quinta da Lezíria continua à espera que ali nasça um verdadeiro espaço para as colectividades como está previsto há longos anos.
Mesmo num sábado foi notória a falta de aproveitamento de espaços para estacionamento no centro da cidade, bem como a inutilidade de quiosques abandonados que se encontram pela cidade.
O Moinho da Cova certamente o local mais belo ligado ao rio Almonda em plena cidade – e espaço quase desconhecido mesmo dos torrejanos – foi mais uma vez objecto de atenção. Trata-se de um local frondoso onde as águas do Almonda correm lentamente e onde se pode tomar banho ou passar bons momentos de lazer.
Uma das margens do rio foi alvo de uma intervenção recente com estrutura em madeira, para suster as águas, mas cuja razão de ser pode ser colocada em causa por falta de um plano de requalificação e intervenção tecnicamente cuidado para o local. Até hoje a Câmara sempre ignorou totalmente o local. 
A finalizar a visita a comitiva verificou que a empresa que está a construir o supermercado junto ao condomínio Beira Rio ocupou e destruiu uma área bastante razoável do passeio público mesmo em frente à rotunda do cemitério. Trata-se de uma atitude abusiva da empresa sem que até ao momento a Câmara tenha feito algo para a impedir e repor a legalidade da situação.
Com efeito, é um espaço público que está a ser destruído e apropriado por particulares mesmo à vista de todos, o que é inadmissível.
sábado, 2 de maio de 2009
A CDU na Assembleia Muncipal
Lapas:
Meia Via:
Falta de médicos na Ribeira Branca, Meia Via e Riachos:
Saneamento:
Face ao estado de abandono, falta de protecção e limpeza, e de algumas fossas sépticas se encontrarem a despejar para valas adjacentes, a CDU propôs que a Câmara Municipal implementasse um Plano de Conservação urgente destes equipamentos.
Largo Humberto Delgado:
Mais uma vez chamámos á atenção para a falta de sanitários no largo general Humberto Delgado (Rossio) de apoio aquele espaço frequentado por crianças e adultos.
Propusemos o arranjo do jardim em frente aos correios e do espaço onde esteve instalada a ponte militar, bem como a correcção do corrimão da nova ponte pedonal que se encontra muito baixo na extremidade e o arranjo da iluminação pois esta parte do jardim está praticamente às escuras.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Carlos Tomé, vereador da CDU, chumba contas do Teatro Virgínia

Declaração de voto
Assim, a análise de tudo quanto diga respeito às actividades do Teatro Virgínia terá de ficar para outra altura. No entanto, posso já adiantar que tenho assistido com agrado a uma evolução positiva da programação - embora padeça ainda de algum elitismo - e com especial destaque para o bom desempenho do serviço educativo.
Quanto à gestão financeira devo dizer desde logo que o relatório de auditoria do Revisor Oficial de Contas apresentado no ano transacto sobre as Contas de 2007 apontava para algumas incorrecções de procedimentos resultantes de uma falta de definição clara das competências da Câmara por um lado e do Teatro Municipal de Torres Novas (TMTN) por outro.
Era, por isso, importante que tais aspectos tivessem sido corrigidos, o que infelizmente não aconteceu, pois essa indefinição continua a verificar-se.Com efeito, existem custos inerentes ao funcionamento do Teatro Virgínia que estão a ser suportados pela Câmara e deveriam sê-lo pelo TMTN.
Por outro lado, na actual certificação legal das contas efectuada pelo Revisor Oficial de Contas quanto ao exercício de 2008 do TMTN podemos observar o que faz constar no seu ponto 7 “As demonstrações financeiras não relevam os custos suportados pelo Município de Torres Novas em despesas com pessoal e em fornecimentos e serviços de terceiros num montante que se estima em cerca de 40.000 euros”
E este parecer, na sua posição final, conclui dizendo que as demonstrações financeiras se apresentam de forma verdadeira e apropriada “excepto quanto aos efeitos da situação descrita no parágrafo número 7” acima transcrito.
E este aspecto é importante porque prende-se com o financiamento prestado pelo Município ao Teatro Virgínia.
E neste aspecto particular as questões, dúvidas e incertezas são bastantes.
Deve desde logo dizer-se que os valores desse financiamento municipal não batem certo se os comparamos com outros documentos.
Com efeito, se analisarmos a página 27 do Relatório no seu ponto “6. Breve análise das contas” verificamos que aí consta o subsídio atribuído pela Câmara no valor de 554.778,16 euros.
Mas se verificarmos nos “Proveitos e Ganhos” da “Demonstração de Resultados”, mais especificamente na rubrica “subsídios à Exploração” consta o valor de 558.609,07 euros.
Mas se formos observar o que consta da Conta de Gerência do Município aprovada há uma semana verificamos que este subsídio é de 598.136 euros.
Mas se tivermos em linha de conta o quadro constante na página 14 da Conta de Gerência de 2008 concluímos que os custos globais que o Município tem com o Teatro Virgínia são de 801.543 euros.
Ora, por aqui se vê a enorme confusão que existe nesta matéria, a qual não é minimamente aceitável, sendo bem diferentes os valores reais relativamente aos que constam das Contas do TMTN hoje em votação.
Pelo que, para além da falta dos 40.000 euros referida pelo Revisor Oficial de Contas, verificam-se outras situações incorrectas nas Contas do TMTN.
O custo suportado pelo Município com o Teatro Virgínia – e que não consta das Contas do TMTN - é de mais de 800 mil euros por ano, o que é um valor exagerado tendo em conta as dificuldades financeiras do Município. De facto, o Município não tem condições para suportar tão elevados custos de funcionamento do Teatro. Por isso, era importante analisar concretamente a situação e conceber uma estratégia para reduzir os custos.
Deste modo, não posso aprovar as Contas do TMTN pelo que voto contra.
Carlos Tomé
28.04.09
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Assembleia Freguesia Santa Maria reclama Segurança na Estrada em Liteiros
terça-feira, 28 de abril de 2009
Vamos à Marcha! Todos a Lisboa em 23 de Maio!

Resumo da visita à freguesia de Ribeira Branca
Integrada nas IV Jornadas Autárquicas da CDU que decorrem sob o lema “Um concelho melhor para todos” esta visita verificou-se durante toda a manhã deste dia de grande significado histórico.
A comitiva da CDU, composta por uma dezena de activistas entre os quais Carlos Tomé vereador da Câmara Municipal e Ramiro Silva membro da Assembleia Municipal, encontrou-se com Adriano Aguiar, presidente da Junta de Freguesia de Ribeira Branca que serviu de cicerone.

A comitiva começou por visitar a fossa séptica que por vezes deita o esgoto fora inundando a área em redor e contaminando os terrenos e a água do ribeiro de Vale de Cães que desagua no rio Almonda. Verificou-se no local a falta de uma vedação e de manutenção, bem como a necessidade de elaboração de um plano de intervenção relativo ao conjunto das fossas sépticas do concelho. A perspectiva de construção de uma estação elevatória no local poderia resolver o problema da fossa.
Na ponte do Casal da Pinheira, verificou-se a existência de grandes quantidades de entulho nas margens do rio Almonda e no próprio leito que foram deixadas no local desde a construção desta infraestrutura pela Câmara.
Sendo o local muito aprazível justifica-se a limpeza do leito do rio e das margens completada com um pequeno arranjo de forma a torná-lo mais utilizável.
Aliás, o local é ainda hoje aproveitado por muitas crianças e jovens para tomarem banho no rio nos dias quentes de Verão.
O largo do miradouro no Casal da Pinheira foi elogiado como uma obra importante de requalificação urbana e que torna o espaço bastante agradável e com benefícios para a sua população que lhe dá grande utilização.
Esta obra foi realizada pela Câmara mercê da iniciativa e colaboração da Junta de Freguesia.
Adriano Aguiar conduziu a comitiva até junto aos limites da sua freguesia para mostrar o local onde, em sua opinião, deveria ser construído o centro escolar. Com efeito, trata-se de um grande espaço que poderia ser adquirido pela Câmara a custo bastante reduzido e serviria perfeitamente a freguesia do Pedrógão bem como a da Zibreira pois encontra-se num local equidistante de todas estas localidades e facilitaria as deslocações dos respectivos alunos. No entanto, esta perspectiva do presidente da Junta não foi aceite pela Câmara que optou pela construção do centro escolar no Pedrógão.
As questões relacionadas com a necessidade de alargamento da área prevista para edificação no PDM foram focadas por Adriano Aguiar que lamentou que a equipa de revisão deste plano não fosse sensível para a necessidade de promover este alargamento em algumas zonas. Por causa destas limitações, disse Adriano Aguiar, os jovens fogem da freguesia e vão para a cidade tornando-se assim impossível evitar o abandono generalizado da população. 
Junto ao edifício da Junta de Freguesia foi dado a ver mais um espaço em requalificação com construção de floreiras, plantação de árvores, calcetamento e instalação de bancos de jardim. Trata-se de um pequeno espaço que está a ser bem aproveitado para usufruto da população. Aliás, o aproveitamento de pequenos espaços e seu embelezamento tornando-os de uso agradável por todos, foi a tónica encontrada um pouco por toda a freguesia.

Para finalizar a visita, a comitiva deslocou-se à ponte das Ribeiras, local de uma enorme beleza onde se pode observar o rio Almonda e mesmo aproveitar as suas águas.
No entanto, foi visível o estado de degradação do dique, apresentando fissuras várias pelas quais passa a água do rio em grandes jorros e ameaçando ruína iminente. Aliás, existe na Câmara um plano de requalificação do local e promessas sucessivas de concretização desde há mais de 15 anos, mas até agora ainda nada foi feito. E se não fossem algumas pequenos trabalhos de manutenção realizados pela Junta de Freguesia no local este já nem sequer seria utilizável. 
Mais uma vez foi salientada a necessidade urgente de reparar o dique e de requalificar o local o qual passaria também pela conclusão das obras do edifício de apoio que espera por 20 mil euros atribuídos pela ADIRN há cerca de oito anos mas que nunca foram pagos à Junta de Freguesia. Agora, para complicar ainda mais a situação Adriano Aguiar já foi informado pela Câmara de que não há possibilidades de conseguir financiamentos do QREN para a requalificação do local.

segunda-feira, 27 de abril de 2009
PARTICIPE!

O debate de recolha de contributos terá lugar no Hotel Altis, a 28 de Abril, entre as 14:30 e as 18:30, sendo transmitida em directo através do sitio da CDU na Internet em www.cdu.pt
O debate será encerrado pelo Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa que usará da palavra às 18 horas.
No seguimento do lançamento da discussão do Programa Eleitoral do PCP, realizar-se-à um fórum de discussão na Internet durante as 10:00 e as 21:00, do dia 29 de Abril na sítio da CDU na Internet, em www.cdu.pt/forum
Esta iniciativa vem no seguimento de outros fóruns digitais que o PCP realiza desde 2004 tendo sido o primeiro partido político a realiza-lo e ser um espaço para acolher variadíssimos contributos de todos aqueles que nela queiram participar, bem como, dar resposta em tempo real às questões que sejam colocadas.




